domingo, 21 de junho de 2009

LIVROS TRILHAS DO CONHECIMENTO

http://www.trilhasdeconhecimentos.etc.br/livros/index.htm

O Ìndio Brasileiro: O que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje
Volume 1
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A Presença Indígena na Formação do Brasil
Volume 2
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Povos Indígenas e as Leis do "Brancos": o direito à diferença
Volume 3
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Manual de Linguística: Subsídios para a formação de professores na área de linguagem
Volume 4
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sábado, 13 de junho de 2009

Referências bibliográficas básicas da temática indígena:

Livros e teses

NASCIMENTO, Adir Casaro. Escola indígena: Palco das diferenças. Campo Grande: UCDB, 2004.

CICCARONE, Celeste. Drama e sensibilidade: migração, xamanismo e mulheres Mbya Guarani. 2001.Tese de Doutorado. Programa de Estudos de Pós-graduação em Ciências Sociais, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

CUNHA, Manuela C. Antropologia do Brasil. Mito, história e etnicidade. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 1987.

____. História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

GRUPIONI, Luís D. B. Índios no Brasil. São Paulo: Global, 2005.

GRUPIONI, Luís D. B. Como tratar a temática indígena na sala de aula? Disponível em: <http://www.redebrasil.tv.br/salto/boletins2004/epi/tetxt5.htm>. Acesso em: 10 abril de 2006.

LOUREIRO, Klitia. O processo de modernização autoritária da agricultura no Espírito Santo: os índios Tupinikim e Guarani Mbya e a empresa Aracruz Celulose S/A.(1967-1983). 2006. Dissertação de Mestrado. Programa de História Social das Relações políticas. UFES, Vitória, 2006.

MARFAN, Marilda Almeida (org). Congresso brasileiro de qualidade na educação: formação de professores: educação indígena. Brasília: MEC/SEF, 2002, v.4, p.72-77.

MARCATO, Sônia de Almeida. Funai. Remanescentes indígenas do Leste Brasileiro. Brasília, 7 de maio de 1980a.

______ Funai. Da indianidade dos Tupinikim (Índios do litoral do Espírito Santo). Brasília, 13 de junho 1980b.

PALADINO, Mariana. Educação escolar indígena no Brasil contemporâneo: entre a “revitalização cultural” e a desintegração do modo de ser tradicional. Dissertação de mestrado. Programa de Estudos de Pós-graduação em Antropologia Social, Museu Nacional/ Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2001.
SILVA, Aracy L. GRUPIONI, Luís D. B. (orgs). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. 4 ed. São Paulo: Global, Brasília: MEC/MARI, UNESCO, 2004.

SILVA, Aracy L. FERREIRA, Mariana K. Antropologia, História e Educação: a questão indígena e a escola. 2 ed. São Paulo: Global,2001.

____FERREIRA, Mariana K. L. (orgs). Práticas pedagógicas na escola indígena. São Paulo: Global, 2001.

____ et alli (orgs). Crianças indígenas: ensaios antropológicos. São Paulo: Global, 2002.


Sites de pesquisa para consulta a material de apoio sobre a temática indígena:

http://temaindigena.blogspot.com/

CTI ( Centro de Trabalho indigenista): http://www.trabalhoindigenista.org.br/
ISA( Instituto socioambiental): http://www.socioambiental.org.br/
ABA(Associação brasileira de antropologia): http://www.abant.org.br/
CIMI(Conselho indigenista missionário): http://www.cimi.org.br/
FUNAI(Fundação nacional do índio): http://www.funai.gov.br/
MEC (Ministério da educação): http://www.mec.gov.br/
Museu Emílio Goeldi (Pará): http://www.museu-goeldi.br/
Museu do Índio: http://www.museudoindio.org.br/
Museu Nacional do Rio de Janeiro: http://www.museunacional.ufrj.br/
NEPPI: Núcleo de pesquisas indígenas do Mato Grosso do Sul: http://www.neppi.org/
Paulo Borges e guarani: http://www.djweb.com.br/
Grupo de história indígena de John Monteiro: www.ifch.unicamp.br/ihb

Bibliotecas virtuais

Domínio público: http://www.dominiopublico.gov.br/
Biblioteca nacional: http://www.bn.br/
Biblioteca virtual da Unicamp: http://libdigi.unicamp.br/
Scielo: http://www.scielo.br/
Bibliotecas virtuais( endereços):http://www.cgi.br/gt/gtbv/gtbv.htm
Biblioteca virtual da PUC-SP:http://biblio.pucsp.br/
Períódicos Capes: http://periodicos.capes.gov.br/

Grupos

anaindi@yahoogrupos.com.br
educacaoindigena2@yahoogrupos.com.br
educacao-indigena@yahoogrupos.com.br

ESPAÇO AMERÍNDIO


ARANDU RENDA REKO: A VIDA DA ESCOLA GUARANI MBYA
Kalna Mareto Teao
Resumo
Este trabalho busca analisar as visões dos Guarani Mbya sobre a escola na aldeia indígena de Três Palmeiras, Espírito Santo. Partimos do pressuposto de que o entendimento da escola na aldeia deve-se a compreensão da cultura Mbya. Além disso, a escola como espaço exógeno à cultura guarani promove conflitos entre dois mundos distintos: a indígena e a da sociedade envolvente. Esses conflitos são marcados pela afirmação da identidade étnica dos Guarani, através do seu modo de ser ou nhandereko. As visões sobre a escola dividem-se basicamente de acordo com as variações dos grupos sociais da sociedade indígena em questão: mais velhos e lideranças políticas, os pais e a comunidade e os professores.
Texto Completo: PDF
http://www.seer.ufrgs.br/index.php/EspacoAmerindio/article/view/5176

INTERAÇÃO ENTRE ESCOLA E ALDEIAS INDÍGENAS


OS GUARANI MBYA: INTERFACES ENTRE ANTROPOLOGIA E HISTÓRIA



Mesmo sendo os Guarani Mbya amplamente retratados no campo do discurso antropológico, quando se refere à construção da história do Espírito Santo, os Mbya são silenciados e tornados invisíveis na maioria dos livros didáticos regionais e também na imprensa. Dessa forma, neste trabalho, pretendemos analisar o levantamento de fontes históricas e antropológicas desde a chegada dos Mbya ao estado (1967 aos dias atuais). Ao efetuar tal análise, a relação entre História e Antropologia possibilita uma compreensão mais aprofundada acerca dos Mbya ao contribuir para o levantamento de fontes acerca desses povos indígenas. Além disso, promove a interdisciplinaridade ao fornecer, no campo teórico, conceituações fundamentais e no campo metodológico, a etnografia. A relação entre essas duas áreas do conhecimento humano recupera, sobretudo, a história e o protagonismo dos povos indígenas, anteriormente silenciados nos documentos escritos oficiais. Essa interface apresenta-se como uma tentativa de inserção da história indígena no contexto da história da sociedade nacional.
Evento: Encontro nacional da anpuh-2007.

OS GUARANI MBYA NA LUTA PELA TERRA: DESCONSTRUINDO O DISCURSO OFICIAL



No Brasil, inúmeros são os conflitos pela posse da terra envolvendo de um lado, povos indígenas, e de outro, empresas, latifundiários e Estado. Ao passo que os conflitos tornam-se contínuos e freqüentes, são desconhecidos, em sua maioria, pela sociedade nacional e desqualificados pelos órgãos oficiais, pela imprensa e por outros setores econômicos. Diante desse contexto, pretendemos em nosso trabalho, analisar a luta pela terra dos guarani mbya do Espírito Santo ao longo desses vinte anos (1970 aos dias atuais), concentrando-nos na terceira fase desse movimento. Consideraremos os discursos dos mbya, bem como, sua concepção de natureza, território e os instrumentos utilizados para exercer a luta pela terra em contraposição aos discursos oficiais.

A PESQUISA HISTÓRICA EM CONSTRUÇÃO: O CASO DOS GUARANI MBYA


A PESQUISA HISTÓRICA EM CONSTRUÇÃO: O CASO DOS GUARANI MBYA
GT1: Educação indígena

Neste artigo apresentaremos na primeira parte um breve histórico social e cultural das comunidades Guarani do Espírito Santo, em seguida traçaremos uma descrição acerca do curso de formação de magistério indígena KUAA-M´BOE= CONHECER/ ENSINAR, realizado em Santa Catarina (2003-2008) e que envolve as regiões sul e sudeste. Posteriormente, trabalharemos a pesquisa histórica, não como exigência de uma atividade do curso de formação, mas, sobretudo, a partir de uma necessidade da realidade cultural e procuraremos estabelecer a apropriação dos Mbya em relação à pesquisa histórica.
Evento: encontro internacional MS: 2006.


Resistência indígena em Chiapas




Falar sobre a realidade indígena de Chiapas significa ao mesmo tempo refletir acerca do papel que os indígenas ocupam no mundo e a forma como estão se instrumentalizando para a preservação de suas culturas. Neste trabalho pretendemos avaliar os indígenas de Chiapas enquanto atores sociais que buscam uma nova forma de atuação política diante da ausência de perspectivas no presente.


O mítico e o político no ciberespaço

Os indígenas de Chiapas , através do EZLN (Exército Zapatista de Libertação Nacional) , quando apareceram em primeiro de janeiro de 1994, chamaram a atenção da sociedade mexicana e internacional para os problemas pelos quais passavam, como a miséria e a exclusão social. Após a queda do Muro de Berlim, quando o socialismo estava em crise, os sonhos e utopias pareciam não encontrar espaço diante da aparente hegemonia do capitalismo, sob a nova forma do neoliberalismo, o EZLN surge como uma nova alternativa política, e mais ainda, como uma nova perspectiva de que ainda é possível buscar mudanças diante do neoliberalismo que nos é imposto.

Chiapas: a difícil inserção no mundo contemporâneo

Este trabalho, ainda em fase de pesquisa, tem como objetivo demonstrar o surgimento do EZLN (Exército Zapatista de Libertação Nacional), e sua articulação com a realidade de Chiapas e do México.Para tanto, a abordagem do neozapatismo limita-se ao período de 1994-1998. As referências bibliográficas para este artigo são: fontes primárias — comunicados dos indígenas e comunicados do neozapatismo e fontes secundárias — artigos da imprensa, site oficial do EZLN e México em transe, de Igor Fuser.

http://www.anpuhes.hpg.ig.com.br/ensaio19.htm

MITO E HISTÓRIA:ESTRATÉGIAS POLÍTICAS DO NEOZAPATISMO





Resumo


O neozapatismo ou EZLN (Exército Zapatista de Libertação Nacional), surgido no México em 1994, apresenta-se como um importante movimento político de contestação ao neoliberalismo em nossa época. Formado por indígenas de diversas etnias, o neozapatismo não se restringe apenas à questão étnica, mas propõe e questiona o poder instituído. Nos discursos do EZLN podemos perceber uma preocupação em dialogar com diversos setores da sociedade civil sobre os problemas indígenas e da sociedade nacional, congregando dessa forma cada vez mais aliados que, assim como a globalização, ultrapassam as fronteiras do Estado mexicano. Nesse sentido, procuraremos em nosso trabalho analisar os usos do mito e da história. Para tanto, utilizaremos como fontes os comunicados do EZLN e do subcomandante Marcos durante a fase inicial do movimento (período de 1994 a 2001). A metodologia por nós utilizada consistirá em uma análise de conteúdo.

Palavras-chave: EZLN, Chiapas, mito e história