quinta-feira, 21 de abril de 2016


Abril indígena: Por algumas reflexões

No dia 15 de janeiro de 2016, um índio chamado Silva foi morto de forma violenta em Belo Horizonte, Minas Gerais, enquanto dormia no centro da cidade. Este índio foi enterrado como indigente. Mas a situação mudara quando a socióloga Iauaraté Una, da etnia Kambiwá, original de Pernambuco, e integrante do Comitê Mineiro de Apoio à Causa Indígena resolveu ir ao IML e reconhecê-lo e promover um enterro digno.
Este índio tinha nome e tinha história. Ele se chamava José Januário, da etnia dos Fulni-ô, de Águas Belas, em Pernambuco. Vivia desde os 40 anos em Belo Horizonte e em situação de rua há dois anos. Essa situação de violência contra o índio José Januário pode nos lembrar a mesma vivenciada pelo índio Galdino Jesus dos Santos, liderança pataxó hã hã hãe, que foi incendiado por jovens, enquanto dormia num ponto de ônibus em Brasília, em 20 de abril de 1997. Poderíamos citar muitos casos diários de violência contra os povos indígenas do Brasil e da América Latina em dias atuais.
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